Todos os exercícios feitos têm a mesma base, assim como a mesma solução, no entanto, basta uma pequena alteração para que seja um autentico desastre, ou uma solução errada, que, tendo em conta os critérios de avaliação utilizados nos testes e exames, é o mesmo.
Um exercício típico seria este:
1. Considere os sinais
phi1(t) = u(t) – u(t-1)
phi2(t) = u(t - 0.5)*(u(t) - u(t - 1))
a) Represente graficamente


b) Calcule o produto interno de phi1 e phi2

Simples, certo? Agora calculem, também, a transformada de fourier de x(t)=(2/pi*j) + e^(5j), calculando de seguida a projecção ortogonal de x(t) no sub-espaço S, tendo em conta que S é gerado por phi1 e phi2.
Como podem ver existe um potencial de complexidade enorme para algo tão simples (nem sequer vou falar nos filtros ou nos slits). Sendo que, como é óbvio, um engano num sinal negativo leva muitas vezes a casos impossíveis. Este facto combinado com níveis de complexidade algo elevada nos sinais em si (coisa que acontece bastantes vezes nos exames) e contas longas e enfadonhas, que acabamos por fazer em piloto automático, geram uma espécie de pesadelo para alguém leigo nas matemáticas. Alguém como eu, portanto. Grande parte da matéria assenta em conhecimento prévio, como o facto de um coseno ser igual a (e^(j)-e^(-j))/2, ou um seno ser equivalente a (e^(j)-e^(-j))/2j. Para alguém que não esteja habituado a muitas voltas, novamente alguém como eu, é apenas uma questão de tempo ate que algo corra mal.
Vou então começar a passar por aqui regularmente para comentar e ver as novidades agora que sou de novo sua amiga :D
ResponderEliminarTenho a dizer que realmente acho que é uma disciplina algo esquisita mas espero que seja desta que passe a esta coisa. Para o semestre que vem veja se fica comigo em algumas aulas porque eu já tenho saudades de ficar ao seu lado :)